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Seu negócio é realmente lucrativo?

 

O ano passou muito rápido e agora neste último suspiro resta apenas um momento para refletir sobre nossas escolhas, suas consequências e o que devemos mudar ou manter para continuar acertando.

E aposto que você enfrentou o grande problema de gerir o dinheiro do seu negócio, talvez já se perguntou em algum momento neste ano:
 
  • Qual é o meu salário?
  • Estou pagando para trabalhar?
  • Qual meu lucro mensal?
  • Para onde está indo o meu dinheiro?

Seu negócio é realmente lucrativo?

 

A proposta deste artigo é fazer um cálculo de resultado empresarial, que consiste em te instruir acerca de conceitos financeiros fundamentais para que você aprenda e calcule a lucratividade do seu negócio. Além disto irei disponibilizar um conjunto de planilhas gratuitamente para realizar estes cálculos. Em simples palavras, com este artigo você irá aprender e calcular sua lucratividade sem grande esforço.
Atenção para um detalhe, o cálculo de resultado não consiste em apenas somar as receitas e subtrair com os gastos e verificar se ficou positivo ou negativo, iremos olhar mais fundo estes números e saber o porquê deste resultado!

 

Antes de começarmos preciso apresentar algumas observações:

  • Meu objetivo é apenas medir o resultado financeiro, há inúmeras outras formas de medir o resultado de uma empresa, como por exemplo: produtividade dos colaboradores, turn-over (saída de funcionários), percentual de clientes satisfeitos, marketshare, etc.
  • É recomendado levantar 12 meses de receitas e gastos, mas caso não consiga faça até onde conseguir. Se você conseguiu apenas 3 meses está ótimo! Melhor analisar um trimestre do que nada. Uma dica é começar do mais recente para o mais antigo, ou seja, comece por dezembro, depois novembro, outubro…
  • Concorra a uma consultoria online gratuita. Com intuito de motivá-lo um pouco mais, após realizar o cálculo de resultado você poderá enviar a planilha para mim e concorrer a uma consultoria online gratuita. Em troca irei fazer um post apresentando seus resultados (de forma anônima), combinado?

Então, vamos lá?

 
 
 

Parte 1: Regime de Caixa ou Competência

O primeiro conceito importante para conhecer é o Regime de Caixa e Regime de Competência, ambos são largamente utilizados em finanças e contabilidade. O regime de caixa podemos entender como financeiro e o regime de competência como contábil.

 

  • Regime de Caixa: analisa as movimentações de dinheiro (entradas e saídas) na data em que elas efetivamente saíram do caixa/banco da empresa. Exemplo: Você efetuou uma venda de R$ 1.000,00, para ser paga em 2 parcelas iguais, sendo a primeira à vista e a segunda para 30 dias.

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  • Regime de Competência: analisa as movimentações de dinheiro quando elas foram concretizadas, independentemente as formas e condições de pagamento. Veja novamente o exemplo:

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É importante analisar a empresa nestes dois âmbitos. O Regime de Caixa terá uma finalidade maior para tomada de decisões financeiras, gerenciais e de investimento. O Regime de Competência tem como finalidade apurar impostos, elaborar os relatórios contábeis e informar investidores e acionistas.

No nosso caso vamos adotar o Regime de Caixa é melhor para analisar para analisar qual foi o resultado real que ocorreu durante o seu ano.

 
 
 

Parte 2: Tipos de Receitas

1) Receitas Operacionais

São aquelas que entram na empresa decorrentes de suas vendas de produtos, mercadorias ou serviços, podem ser organizadas por:

  • Forma de recebimento: dinheiro, cheque, cartão, etc.
  • Participação dos produtos: separação por grupos de produtos e calcular qual a porcentagem que cada um possui no total das receitas.

 

2) Receitas Não Operacionais

São obtidas além das vendas tradicionais, referem-se a tudo que foi recebido, mas que não faz parte de seu mix de produtos, mercadorias ou serviços:

  • Desinvestimentos: vendas de máquinas, equipamentos, móveis, utensílios, etc.
  • Empréstimos: quando a empresa toma empréstimos de bancos ou terceiros.
  • Receitas Diversas: demais receitas não listadas acima como recebimento de alugueis, juros de aplicações financeiras, etc.

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Hora de colocar a mão na massa!

1) Faça o download da planilha, seu link está disponível no fim deste artigo.

2) Revise os grupos cadastrados e faça alterações conforme julgar necessário.

3) Ainda não recomendo lançar suas receitas na planilha, finalize a leitura do artigo primeiro para te proporcionar um visão completa do trabalho.

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Parte 3: Tipos de Gastos

Conceitualmente há várias classificações que podemos dar para todo o dinheiro que sai da empresa. Gastos é o grupo que contém todas as classificações, por exemplo: despesa, custo, investimento e perda, mas este assunto pode render várias páginas, vamos ficar apenas no Gasto e dividi-lo em dois grandes grupos: fixos e variáveis e dentro destes grupos vamos criar alguns outros, veja abaixo:

 

1) Gastos Variáveis

São aqueles que a empresa realiza em função da produção/venda. São variáveis porque variam para mais ou para menos conforme a empresa produz/vende mais ou menos. Basicamente: se as vendas aumentaram estes gastos também irão aumentar.

  • Insumos: matéria-prima e seus acessórios diretamente ligados à produção.
  • Despesas Comerciais: taxas de boleto e cartão, consultas SPC/Serasa, comissões.
  • Marketing: são constituídos por investimentos em marketing, impressos, panfletos.

 

2) Gastos Fixos

Definimos os gastos fixos como gastos que empresa tem para manter sua estrutura funcionando. São fixos porque não sofrem variação em função da produção/venda.

Não faça confusão, acreditando que os gastos fixos são assim chamados por que mantém o mesmo valor ao longo do tempo. Eles são fixos porque TODO MÊS você terá que pagá-los, mesmo que sua empresa não venda/produza nada!

  • Administrativos: energia elétrica, telefonia (fixos e celulares), alugueis, contadores, provedor de internet, despesas com cozinha e limpeza, alarmes.
  • Recursos Humanos: salário dos colaboradores, FGTS, INSS, férias, 13º salário, vales transportes, cesta básica, uniformes, medicina do trabalho, equipamentos de proteção individual, alimentação e rescisões.
  • Pró-Labore: é o salário que a empresa paga aos sócios para que eles a administrem.

Uma observação é em relação ao Pró-Labore. O Pró-Labore possui como finalidade custear as atividades básicas de sobrevivência do empreendedor, como: aluguel, alimentação, escola dos filhos, plano de saúde, entre outros.

Despesas como viagens, compra de automóveis e investimentos compõem a Retirada de Lucros. Se você não possui este valor rigorosamente definido tente mensurar uma média de retirada que melhor se relaciona ao Pró-Labore, o que exceder vamos classificar como Retirada de Lucros que ficará em um outro grupo.

 

Observação: estes grupos não são regra! Eu tentei simplificar ao máximo e deixar o menor número possível, caso queira possa criar outros grupos fique à vontade, a planilha é livre para qualquer edição.


 

Apenas para ilustrar segue as imagens para informar os Gastos Fixos e Variáveis que segue o mesmo padrão das Receitas.

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Se quiser aprofundar neste conceito de fixos e variáveis, recomendo este artigo: Como os custos fixos e variáveis afetam a sobreviência do seu negócio.

 
 
 

Parte 4: Outros Gastos

Provalmente quando você levantou os Gastos Fixos e Variáveis você pode ter se deparado com algum gasto que não se encaixa em nenhum deles, como por exemplo, a compra de uma máquina para produzir mais, ou no pagamento do empréstimo ou em uma obra/reforma que fez durante o ano. Pois bem, eles irão se encaixar neste terceiro grupo: Outros Gastos. Que irão ser agrupados dessa forma:

  • Investimentos: são compras de máquinas e equipamentos, obras e reformas, treinamento e capacitações, etc.
  • Pagamentos de Dívidas: são empréstimos com bancos e terceiros, pagamentos de juros, etc.
  • Outros: retiradas de lucros e contingências que são basicamente os imprevistos: quebra de máquinas, perda de produção, entre outros.

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Parte 5: Lançamentos

Agora que você já leu os grupos e revisou os grupos que definidos inicialmente, já podemos efetuar os lançamentos na planilha.

Os lançamentos serão feitos na tela de Preenchimento, conforme imagem abaixo.

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Segue algumas observações e dicas importantes na hora de preencher a planilha:

  • Os Grupos, Subgrupos e Itens que foram informados irão aparecer nas colunas do preenchimento, a planilha não permite informar grupos incorretos.
  • Faça os lançamentos de apenas um grupo por vez, ou seja, informe apenas as Receitas Operaciomais, depois vá para as Não Operacionais e depois para os Gastos. Para isto imprima o extrato do mês em questão e vá riscado os lançamentos que for fazendo.
  • Cuidado ao fazer grandes alterações! A planilha está repleta de fórmulas e células ocultas para efetuar todos lançamentos de uma forma automatizada.
  • Para quem gosta de Excel e quer aprender um pouco mais, a planilha está completamente desprotegida, portanto mexe à vontade e caso haja dúvidas basta informar nos comentários. (=

 
 
 

Parte 6: Conhecendo os Indicadores

Agora que já levantamos, identificamos e agrupamos todas as receitas e gastos do ano (ou período do máximo que conseguimos) vamos fazer todos os cálculos! Brincadeirinha, a planilha calcula de forma automática para você. 😉

Contudo é importante saber o que significa cada cálculo e como será estruturado todos estes grupos.

 
 

1º Indicador: Margem de Contribuição

A Margem de Contribuição é a diferença entre as receitas operacionais e os gastos variáveis. Ela tem a finalidade de cobrir os gastos fixos e, a partir daí, gerar lucros. Sua equação é:

 

MC Financeira = Receitas Operacionais – Gastos Variáveis


 

Aproveitando o resultado da Margem Contribuição Financeira, vamos extrair seu percentual em relação às Receiras Operacionais, fazendo este outro cálculo:

MC Percentual = MC Financeira / Receitas Operacionais


 

A proposta deste indicador é medir seu desempenho produtivo e comercial, sua análise é bem simples, quanto maior a Margem de Contribuição melhor.

Caso queira aprofundar neste conceito, recomendo este artigo: Você precisa saber o que é Margem de Contribuição.

 

Você pode conferir os indicadores na tela Resultado da planilha.

 

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2º Indicador: Resultado Operacional

Resultado Operacional é o resultado que se obtém da subtração das receitas pelos respectivos gastos fixos e variáveis. É aqui que sabemos se a empresa é lucrativa ou não!

  • Lucro: é o resultado operacional positivo.
  • Prejuízo: é o resultado operacional negativo.

Como já calculamos a Margem de Contribuição Financeira, podemos utilizá-la e subtrair com os Gastos Fixos para se obter o Resultado Operacional.

 

Resultado Operacional = Receitas Operacionais – Gastos Fixos e Variáveis


ou


Resultado Operacional = Margem de Contribuição – Gastos Variáveis


 
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3º Indicador: Ponto de Equilíbrio

O ponto de equilíbrio é um indicador de segurança do negócio, pois mostra o quanto é necessário vender para que as receitas se igualem aos gastos. Ou seja, se você atingiu o valor do Ponto de Equilíbrio, você pagou todos os seus gastos fixos e variáveis. Ficou no zero-a-zero.

 

Ponto de Equilíbrio = Gastos Fixos / Margem Contribuição Percentual


 

Há algumas empresas e gestores que preferem adicionar uma meta financeira sobre o Ponto de Equilíbrio, para não apenas alcançar o zero-a-zero, mas também atingir sua meta de lucro. Seu cálculo fica desta forma:

 

Ponto de Equilíbrio = (Gastos Fixos + Meta Financeira) / MC %


 
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4º Indicador: Resultado Final

É o resultado de todo o seu negócio, você utiliza o valor do Resultado Operacional, soma com as Receitas Não Operacionais e subtrai com os Outros Gastos, obtendo o Resultado Final.

 

Resultado Final = Resultado Operacional – Outros Gastos + Receitas Não Operacionais


 

Resultado Final % = Resultado Final Financeiro / Receitas Operacionais


 
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Parte 6: Análise Final

Agora vamos importante refletir um pouco sobre os dados obtidos. O primeiro é entender qual a participação de cada Gasto sobre sua Receita Operacional, vamos analisar a imagem abaixo:

 

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É importante observar que para cada R$ 100 recebidos, R$ 60 são gastos variáveis, R$ 25 gastos fixos e R$ 2,50 outros gastos, ou seja R$ 82,50 ou 82,50% corresponde o seu total de gastos e com um lucro de R$ 17,50 ou 17,50%. Agora se este valor é alto ou baixo, bom ou ruim, irá depender do segmento de seu negócio, se este valor é anual ou mensal, entre outros fatores.

 

Aproveitando o gancho irei apresentar algumas dúvidas recorrentes que surgem:

 

Tive um Resultado Operacional POSITIVO e Resultado Final NEGATIVO, isso é bom?

É preciso analisar e tentar entender porque seu final ficou negativo, basicamente é devido a alguma dívida ou empréstimo, ou a altas distribuições de lucros ou a algum outro gasto informado no último grupo. Contudo é importante verificar que seu negócio é saudável, pois obteve um Resultado Operacional Positivo, sua empresa consegue se manter lucrativa.

 

Tive um Resultado Operacional NEGATIVO e Resultado Final POSITIVO, isso é bom?

Esta situação é preciso olhar com cuidado, pois seu negócio não está sendo operacionalmente viável. Analise as Receitas Não Operacionais, veja se obteve algum recebimento que levou seu Resultado Final para maior que zero, às vezes você está negativo em ambos resultados. Ou seu negócio deixou de ser lucrativo operacionalmente e há alguma nova receita não operacional que está o tornando viável, talvez rendimento de juros, venda de algum outro produto que não compõe sua atividade fim.

 

Tive um Resultado Operacional POSITIVO e Resultado Final POSITIVO, isso é bom?

Parabéns, você está no melhor dos cenários! Mas isto não quer dizer que você pode abaixar a guarda e relaxar. Também é importante analisar o quanto você ficou positivo, caso tenha ficado alguns poucos reais acima de zero: acorde, você está estagnado!

Agora se você está com uma boa lucratividade, podemos dizer que em um mundo totalmente integrado, globalizado onde novos produtos surgem a cada mês, você tem um fôlego maior que outros empreendedores, contudo é preciso estar sempre atento ao seu negócio e ao mercado, não se esqueça disso!

 

Tive um Resultado Operacional NEGATIVO e Resultado Final NEGATIVO, e agora?

E agora? Fim da linha? Acabou o sonho? Calma, muita calma nessa hora.
Primeiro analise criticamente seus dados e se pergunte: onde estou errando? Gastei mais do que podia? Tive poucas vendas?

Depois de analisado com calma e muita frieza, você mesmo saberá se irá conseguir continuar e o que deve fazer. Definido isto trace um planejamento para atingir estes objetivos, uma dica é estabelecer uma meta global, recomendo uma meta anual, depois divida esta meta anual em 12 metas mensais, depois em 4 metas semanais. Estabelecendo pequenas metas, por pequenos períodos é mais fácil alcançar a meta global. Ah! Não se esqueça de marcar reuniões períodicas para verificar estes resultados.

 

Minha Margem de Contribuição está NEGATIVA ou quase.

Muita atenção! Se está negativa ou próxima a isto é preciso rever urgentemente seu preço de venda e seus gastos variáveis. Talvez colocou um preço muito baixo esperando vender muito ou está gastando mais do que o necessário. Uma margem de contribuição negativa o negócio não se sustenta.

 

Minha Receita Operacional está muito abaixo do meu Ponto de Equilíbrio.

Reveja todos os seus gastos fixos e variáveis e tente enxugar ao máximo! Dica: tente definir quais são os gastos essenciais e quais são os supérfluos. Elimine ou reduza supérfluos. Novamente revise suas Receitas Operacionais, talvez esteja vendendo pouco e tente identificar o por quê.

Uma reflexão um pouco amarga: não coloque a culpa na crise. Tudo bem, ela pode ser responsável pela sua queda nas receitas, mas é responsável pela queda nas receitas de todo mundo! Você não está isolado nesta, portanto é preciso arregaçar mais as mangas e suar a camisa para obter a mesma Receita Operacional que se obtinha antes da crise. Então não fique reclamando como se fosse irremediável, foque em melhorar seus resultados: melhorar produtos, reduzir gastos, reduzir o tamanho do negócio, entre outros.

 

Estou no zero-a-zero, não consigo crescer pois não tenho dinheiro para investir, só consigo é pagar minhas contas. E agora?

Esta situação é bastante crítica, pois a maior parte dos empreendedores podem pensar em adquirir um empréstimo para investir em marketing, para aumentar sua receita. Mas eu proponho uma reflexão mais profunda e holística, analise com cuidado seus números, sua capacidade de endividamento e tome a ação de forma planejada e controlada.

A melhorar resposta para esta pergunta é a inovação.

  • Busque inovar seus produtos: tente melhorá-los, colha feedback de seus clientes, saiba o que motiva seus clientes a comprar seu produto.
  • Produzir gastando menos: otimize seus processos, descubra novos fornecedores.
  • Treinar melhor seu pessoal: talvez a falta de treinamento que provoca o baixo retorno das vendas ou produtividade de sua fábrica.
  • Tenha um comercial ativo: não espere o cliente chegar, vá até ele. A maior parte das empresas brasileiras não possuem um setor comercial/marketing ativo.

  

Por fim gostaria de agradecê-lo imensamente por chegar até esta parte e desejar muito empenho para fazer a análise. Eu te garanto, fazendo esta análise sua percepcção do seu negócio irá melhorar muito.

E para aqueles que desejam concorrer a uma análise gratuita, envie sua planilha preenchida para o e-mail: thiago@terragestao.com.

 
 

Download da planilha:

Preencha os dados abaixo e clique em Enviar.
Você irá receber a planilha no e-mail informado.

 
 

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Thiago Terra

Consultor de Empresas

Administrador pela PUC Minas, atua há 7 anos como consultor de empresas em experiência em controles e indicadores financeiros, gestão de processos, plano de negócios e viabilidade econômico-financeira. Também é instrutor de Excel com ênfase em negócios e finanças há 10 anos.

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